18/01/2016

Same Old Love

Como já diz a música "O mesmo velho amor, aquele tipo que quebra o seu coração", é assim que me sinto agora. Eu sei isso é tãão clichê, e se alguém me dissesse anos atrás que hoje estaria desabafando escrevendo isso eu com certeza riria, jamais acreditaria e perguntaria "não conhece quem eu sou?" ou "até parece". Para mim sofrer por amor era coisa de quem não sabia amar, de gente imatura que não sabia lidar com relacionamentos. De certa forma ainda não deixo de pensar assim, muitas pessoas que conheço se encaixam em meu antigo pensamento, mas agora sei que não é bem assim. Sempre me achei madura, "pé no chão" para relacionamentos, por isso achava que não sofreria tanto, mas depois de levar o maior fora da minha vida, curta tanto em anos quanto em relacionamentos, passei a fazer parte dos que já tiveram o coração partido. E pela primeira vez eu sei o que é isso. Pela primeira vez chorei por alguém. Pela primeira vez alguém conseguiu me derrubar, ou melhor, derrubar a muralha que eu havia construído em volta de mim mesma, para me certificar de que não passaria pelas mesmas coisas que vi muitas amigas passarem, de que não seria atingida pelo lado ruim de amar.  
E de tudo isso só posso tirar uma conclusão, se o relacionamento não mudar, mudo eu! Essa não é uma meta para o novo ano que acabou de começar, essa é uma meta pra vida, para todas as horas que não estiver feliz e precisar mudar, para todas as vezes que não tiver coragem de tentar, para sempre que precisar renascer e me reinventar. Esse post não é só um desabafo, também é um lembrete, daqueles que a gente coloca na lista de coisas para fazer, um lembrete de "preciso mudar".  Depois de todo esse processo aprendi que sofrer faz parte e a mudança deve ser igual ao símbolo do infinito, constante e sem fim. 

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